sábado, dezembro 03, 2011


Tropeços da profissão

22 comentários:

  1. É lamentável o que certos "jornalistas" relatam em suas matérias.
    O jornalista luta tanto pela exigência do diploma, e no fim, alguns acabam sujando a nossa profissão.

    Os veículos de comunicação da região devem prestar mais atenção, até onde sei a matéria deve ser lida e corrigida antes da impressão.

    Muitos jornais estão exagerando em suas matérias, colocando palavras de baixo calão e termos agressivos.

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  2. Que absurdo!!
    Lamentável mesmo...espero que ao mesmo o Jornal e ela se retrate, não vai mudar muita coisa pq já foi publicado, mas pelo menos por educação e o minimo de respeito pela profissão...
    Vergonhoso!
    Hunf
    Bjs
    Lu

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  3. Justiça seja feita, os professores da rede pública tem vantagens demais, folga demais... acho que a repórter só colocou no jornal o que todo mundo já fala por aí...

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  4. anônimo 2, justiça seja feita...passe uma semana na sala de aula de uma rede pública e depois vamos falar de vantagens!
    é por isso que a educação está capenga...tantas pessoas achando que o trabalho do professor é "molezinha", sem saber a realidade cruel das salas super lotadas e da falta de estrutura das escolas...
    temos como resultado a falta de procura por cursos universitários que levam ao magistério. logo não teremos professores, aí sim vamos começar a ter vantagens!

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  5. Lamento o comentario desse ser que nem ao menos o nome colocou, como foi dito, fique uma semana frequentando uma escola antes de falar idiotice. Como diz minha amiga, fico triste por ler seu comentario antes vc fosse analfabeto a escrever sandice! E se vc escreve hj, isso tudo se deve a professores que passaram pela sua vida

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  6. Fico passada quando leio alguem falando que os professores tem "moleza" demais. Não sou professora, mas admiro muito a profissão e, além do mais, todos sabem a falta de valorização do governo para os profissionais da educação. Ja tinha lido a reportagem elamento muito pela jornalista, reportagem infeliz.

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  7. Cristina de Oliveira4 de dezembro de 2011 12:29

    Nossa q triste a situação no nosso país, as pessoas não têm nem coragem q colocar o sue nome num post pq sabe q esta falando merda... Mto fácil falar da "moleza" dos professores da rede pública qdo se está do lada de fora de uma escola, não é preciso q ninguém entre em sala de aula para sentir o drama q é trabalhar em uma escola da rede pública, desde o inspetor de alunos até a direção, estão todos de mãos atadas por causa dessa melECA q diz q o "pobrezinho" do aluno não pode limpar uma parede q ele sujou ou arrumar algo q ele vandalizou, e infelizmente o ECA é apoiado por pais que não tem saco para educar ou aturar os seus filhinhos em casa, fazer um filho é mto fácil e gostoso, mas na hora de realmente educar, de estar presente no dia a dia do filho todo mundo corre... Realmente ter filhos não é para os fracos e, sim para aqueles que realmente são fortes e não depende de situação financeira, ser rico ou pobre, sou exemlo vivo de que educação pode sim vir de uma cozinha de uma casa de família, de uma sala de aula de rede pública e te levar à uma universidade q, qdo concluída te leva à uma sala de aula da rede pública, mas do outro lado, dessa vez como professora e olha q eu dou aula em uma Etec, q deveria ser exemplo de ensino e educação... Querido "anônimo" com medo expor seu nomezinho, não fale daquilo q vc realmente não conhece... Antes de qualquer coisa querido, conheça os dois lados, qdo isso acontecer, ai sim vc poderá expor a sua opinião e ela será respeitada mesmo não agradado à todos, mas antes q isso aconteça: CALA A BOCA VAI!!!!

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  8. Pessoal, acessem o site www.microeducacao.com.br que tem um comentario muito legal sobre esse artigo escrito pela infeliz que se diz jornalista. Gostei deste site. Bom trabalho.

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  9. Nossa Ana fiquei bege qdo li essa materia,de um jornal tão visivel em nossa cidade!Minha querida, minha classe encontra-se nessa mesma situação:sou médica,então entendo TUDO pois vivo a mesma desvalorização,descaso público e privado e pp do povo que tb acha que somos RICOS ,desumanos,folgados e desinteressados!Então o que dizer, somente lamentar e saber que já estamos com falta de professores e de alguns especialistas por ex pediatras.Quem sabe assim com a falta de oferta as pessoas e os governantes se conscientizem!
    Abraço
    Nancy

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  10. Oi Ana e Patrícia,

    Tô desconfiado que a galera tá tirando diploma de jornalista no Instituto Universal...

    Se é para dar orelhada, fico com o meu blog... Pelo menos, lá dou palpite furado, mas não preciso de diploma. Se é para fazer isso, pra quê diploma?!

    Apesar de não ser da rede estadual, sou professor desde 1989. Já ouvi de tudo nessa vida por causa da minha profissão. Cheguei numa fase da vida que mais uma, menos uma, ah... Sei lá... Só acho que está na hora do santista fazer como eu: pára de ler A Tribuna, pára de ler DL, não informam nada, acabam quase sempre fazendo um baita desserviço.

    A gente na área de Cultura reclama há tempos de mais espaço. Independente do que seja, fica cada vez mais evidente, por parte do A Tribuna, certo dirigismo de pauta. Aposto que jornalista lá não faz reunião de pauta. Lá deve rolar comunicação de pauta. Já vem pronta e o jornalista engole aquilo. Contas pra pagar, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

    Isso somado a faculdades de jornalismo que devem ter grade curricular e discussões de temas do tempo do Onça, dá nisso. Jornalistas com a profundidade de uma folha em branco. Se bem que... Para que ser profundo?! Jornalista profundo = jornalista desempregado.

    Capas das revistas semanais: só amenidades. A única que pegou pesado, jornalismo de verdade, foi a Carta Capital, que investigou a Chevron, responsável pelo vazamento de petróleo na bacia de Campos. As demais, tá tudo azul!!! Dá pra se sentir na Suiça!!!

    Agora o pessoal entenderá porque leio mais blogs do que jornal. Tá valendo muuuuuiiito mais a pena.

    Sucesso!!!

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  11. Essa pessoa mora no mesmo país que o meu?
    País onde nossos professores são ameaçados de morte pelos alunos e humilhados pelo governo com um salário nivelado a vergonha nacional.

    "O professor pensa ensinar o que sabe, o que recolheu nos livros e da vida, mas o aluno aprende do professor não necessariamente o que o outro quer ensinar, mas aquilo que quer aprender."
    ( Affonso Romano de SantAnna )

    Vê-se o que ela desejou aprender...

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  12. A "jornalista" detonou a matéria, e acredito que o texto não tenha sido revisado.

    Sou formada em Jornalismo, mas não atuo, por um único motivo: não tem vaga pra todos que se formam. Mas os 4 anos em que frequentei a faculdade, garanto a vocês que não são nada fáceis, requer muito empenho daqueles que desejam aprender de verdade.

    O curso está cada vez mais desvalorizado, e com esta "brincadeira" de exigir ou não o diploma, piorou ainda mais.

    São poucos que conseguem emprego depois de formados, e os que conseguem, é através da camaradagem.

    Acredito sim que todo Jornal tenha seu jogo de interesses, mas não é isso que faz o profissional.

    Ela foi infeliz na matéria, e o pior é até agora o veículo não ter comentado o assunto.

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  13. Alguém precisa informar a essa cidadã a diferença entre comentarista e jornalista. Lamentável. Tenho amigos jornalistas e o que sei e que os bons sobem a serra, não ficam em Santos.

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  14. É muito fácil falar sobre professor sem saber no minino o que significa isso!!! Eu sou PROFESSORA, EDUCADORA e tenho muito orgulho disso e desejo que esta " jornalista" seja punida!!!!!!

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  15. Com certeza a Nathalia "copiou (CtrlC) e colou(CtrlV)" a matéria de algum lugar e nem leu o que fez. Coitada!!!

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  16. Gostaria de ver se a tal "jornalista" aguentaria um dia tentando lecionar! Ela deveria pesquisar e ler antes de escrever tantas mediocridades!
    A Band fez uma matéria que retratou a realidade das escolas, certamente a moça ignora tal fato!

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  17. Causou-me indignação a referida reportagem, porém a profissional merece o respeito que ela não soube dar aos profissionais que ela, descaradamente, tentou dengrir. Pelo menos, para ser educador ainda é necessário cursar uma licenciatura, e infelizmente, para todos os brasileiros, para ser jornalista não é mais necessário, e isso não é culpa da profissional em questão, mas sim do Governo que aboloiu tal curso

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  18. OSWALDO BANZATO JUNIOR6 de dezembro de 2011 21:09

    Como professor só posso lamentar a clara falta de informação que a autora da reportagem(sim, autora pois o texto é uma história, não condiz com a realidade). Por estes e outros motivos que não costumo muito utilizar matérias deste veículo.Não é a primeira vez que leio absurdos escritos nas páginas da TRIBUNA. Já vi coisas horríveis. E sobre respeito, acredito que a opinião desta jornalista é idêntica a de muitos pais, pois no nosso dia a dia observo que cada vez mais os alunos faltam com o respeito conosco. Foi apenas mais uma voz levantada contra nossa categoria, tão judiada pela sociedade paulista em geral.

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  19. É lamentável tomarmos conhecimento da matéria escrita por Nathália. Pertenço a um tempo em que os professores tinham dois meses para estudos e pesquisas, e mais um para o merecido descanso.Frequentávamos cursos e cursos; líamos muito e preparávamos o que iríamos desenvolver em salas de aulas. Ninguém chegava para cuidar simplesmente de alunos, senão para informá-los e formá-los para seguirem a vida preparados profissionalmente e, seguros de si,exercerem a mesma com cidadania e conhecimento. E isso acontecia, pois tínhamos um tríduo atuante na busca desse mesmo objetivo: Lar, Escola e Comunidade. Por onde anda tudo isso? Dei aulas em escolas onde havia um professor, um pedagogo, um dentista,um orientador, uma enfermeira em cada unidade de ensino. E isso em escolas de Santos. Pertenci à rede pública municipal e privada. Salas? Algumas eram até enceradas. Mexeram em toda essa estrutura. Desvalorizaram nossa classe. Ao aposentar-me nós, professores, recebíamos para participarem do chamado HTP enganando a fome com um vale-refeição insuficiente para a compra dela. Dinheiro para a compra de livros não sobrava. Não podíamos mais premiar o bom aluno. Veio a promoção automática, pois não criaram escolas suficientes para aguentar a demanda. Vale reforçar: "Em time que está ganhando não se mexe!!!!".

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  20. SORRY - Corrigindo: vírgulas em "rede pública, municipal e particular"; " participarmos" ( no lugar de participarem).
    PARABÉNS, Ana Elisa e Patrícia!!!!

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  21. Sou filho de professor, tenho 24 anos e moro em Minas Gerais. Não é de se espantar ler uma matéria dessa. Afinal, o jornalismo está cada vez pior ao meu ver. Hoje em dia apela-se para o sensacionalismo, matérias como essa, como tantas coisas que lemos por aí, é o que realmente interessa para os jornais, a DESINFORMAÇÃO! COmo foi dito no comentário, este é um veículo importantíssimo, quando usado de forma clara e correta, e que o jornalista deve ser imparcial ao dar determinada informação. Chega de manipulação, que sejam respeitados os direitos de cada profissional e que reconheçam os verdadeiros jornalista, e não uma infeliz como Nathália Alcantara que desperdiça inteligência (se é que possui) escrevendo tanta besteira. No mínimo infantil da parte dela, fazendo birra contra professores.

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  22. Oi Ana Elisa

    O Rodrigo é um amigo De Juiz de Fora pra quem passei o endereço do blog e que tb ficou indignado com a "reportagem" da "jornalista"...Bj

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